16.11.10

Trago dores distintas cravadas no peito. Tenho medo de perder, tenho medo destas dores, destas dores persistentes que ainda não me deixam ser eu, que se tornam barreiras todos os dias e que a todo o momento me faz sentir o coração apertado. 
Hoje a dor sufoca-me. E ontem, feliz, voltei a adormecer no teu peito? E hoje?
Bem... hoje, simplesmente não vou adormecer...

1 comentário: