Inevitavelmente, não deixo de pensar em como é mesmo possível as pessoas alteraram-se por amor a cabrões.
Já me convenci que afinal não são todos iguais, e não que estivesse interessada em saber como é o funcionamento dos jovens casais com quem me deparo diariamente. Mas, por diferentes casos, quis observar uma série de modelos que assisto no meu grupo de amigos, e nenhum se compara com determinado caso que ultimamente se instalou na minha cabeça. Ora, eu chego à conclusão de que existem os filhos da puta, os cabrões e os bois, em oposição surgem os fofinhos, os bonzinhos e lindinhos que só nos querem bem.
Mais uma vez, sinto necessidade de explicar que tenho medo. EU TENHO MEDO! E no entanto, nem se quer está directamente relacionando comigo.
Hoje é o dia que ainda não consigo perceber como é que é possível existir homens com caracteres tão ridículos e nojentos. Não percebo, juro que não percebo! Se é que, neste caso, se pode levar a palavra 'homem' em consideração.
Não há justificações para homens que mal tratam as mulheres, tal como nunca, na minha cabeça se justificará um levantar de mão que seja. Independentemente da forma como eu gosto, seja em demasia ou não. É imperdoável, isto e tantas outras coisas.
Pensava que eras suficientemente forte para te impores e dizeres alto que também mandas, que também tens escolhas e principalmente que também vives no mundo para outras pessoas.
Em tempos, julguei-te sabedora de todas as coisas, aquela que sabia o que fazer, como agir e reagir. Agora, não és mais nem menos do que aquela que vive aterrorizada e ligada a coisas que já perderam o valor há muito muito tempo. O problema é a cabeça, é quase sistemático e chega a ser obcessivo.
Desculpa a pergunta, mas tu sabes o que é ser feliz?
há rapazes para tudo, mesmo...
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