27.2.12

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E quem diria, que uma pessoa tão forte como eu, se ia abaixo desta maneira! Pois é, absurdamente ou não, sinto necessidade de cuidar de mim e da minha poderosa máquina - o meu cérebro. Que ultimamente se tem mostrado frágil, desequilibrado, descontextualizado e um tanto ou quanto confuso. Confesso que jamais me passaria pela cabeça colocar-me do lado dos da alma fraquinha, que se vão abaixo em todos os Outonos e inícios de Primavera. Mas afinal, existe sempre um momento em que o chão é duro e magoa, cada vez que os tombos se demonstram maiores. E eu, por incrível que pareça, e depois de ouvir os meus mais que tudo a relatarem o meu estado psicanalítico, reflecti sobre todas as situações. E depois de tanto tempo, sinto-me a bater no fundo.
 

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