por entre caminhos e ruelas repletas de casas e casinhas, estendais coloridos que enchem as ruas de cor. onde, em cada esquina uma frutaria e na mesma travessa escuta-se a maior gritaria. a cada passo um novo rosto, em cada movimento a brisa cheira a Porto. a rio, a ribeira, a douro. a tudo o que é nosso.
em cada ponto ouvesse um fado, uma serenata, uma tuna, ou duas, ou três... as mais variadas sinfonias e logo se juntam todas as alegrias.
o espírito de convivência é natural, acolhedor. e era a única coisa que me restava para ser feliz naquela cidade.
a apartir de agora, o Porto não é só vosso. é meu também.
...o Porto é nosso até morrer.


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