Arrepia-me constantemente a alma imaginar que um dia tudo tem um fim. Já me convenci que o amor nunca poderá ser considerado um elemento fundamental para sobrevivermos. Por mais que nos atormente a mente, por mais que só a nós, mulheres, nos enfraqueça o coração e o deixe enferrujado durante tempos infinitos.
Ninguém se apercebe, mas dói. Dói sentir a perda, dói sentir todos os dias ao acordar o coração - shhhuaaaakk - eu ouço-o quebrar. Como se se tratasse de louça de material fraco que quebra com a mesma facilidade de quando mandamos um copo contra a parede propositadamente.
Atormenta-me mais ainda saber que nós, mais uma vez, mulheres, seremos sempre alvo de grandes defeitos e poucas qualidades. Que por mais fortes que sejamos caímos sempre nas mesmas armadilhas. Que aqueles "não's" que prometemos a nós mesmas dizer para uma próxima, nunca chegam a surgir. Porque de todas as vezes que temos a oportunidade de dizer "não", acabamos por partir a correr, sem olhar sequer para trás.
Foda-se é triste não compreender minimamente o amor. E mais triste ainda é termos a consciência de que são somente os cabrões que permanecem instalados na nossa cabeça.
É complicado. E não porque nós complicamos, mas sim, porque cada vez mais há homens com h minúsculo que teimam em ser heróis de banda desenhada. Mas não passam disso mesmo, heróis a brincar.
É complicado. E não porque nós complicamos, mas sim, porque cada vez mais há homens com h minúsculo que teimam em ser heróis de banda desenhada. Mas não passam disso mesmo, heróis a brincar.
como compreendo!...
ResponderEliminar/andreia